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5 de março de 2013

Ela.

Penso nela muitas vezes. Nela, não nele. 
Ele não me diz nada sentimentalmente. Ela diz.
Ela era uma das melhores amigas. Ela era a amante.
A namorada era outra das minhas melhores amigas, ao mesmo nível.
E até eu estive envolvida ao barulho quando não conhecia nem uma, nem outra, mas em que sabia das suas existências.
Foram tempos e situações complicadas que o tempo faz esquecer mas que não se dissipam.
Num ajuste de contas houve a necessidade de escolher. "De quem vais ser amiga?" Não dá para ser das duas. Não, não dava. Era trágico demais.
A namorada.
A amante.
A amiga de ambas. A grande amiga de ambas.
A que ia jantar com elas (separadamente), a que ia beber chá com elas (separadamente), a que trabalhava com elas, a que viajava com elas, a que trocava roupa com elas, mensagens nocturnas, saídas e confissões. Cada uma delas via-me como "a amiga" que era.
E eu via cada uma delas igualmente como "a amiga".
E a escolha foi "a namorada". Talvez pelo peso de consciência, e sem dúvida pelo carinho que sinto por ela. Uma amiga, uma colega, uma irmã, que viu 8 anos de um relacionamento deitados para o lixo.
Não atirai pedras, ninguém é santo neste mundo. Mas acho que ela era. Felizmente agora é feliz. Felizmente o ditado do "há males que chegam por bem" enquadra-se em todo o seu expoente. E agora é uma esposa.

Contudo, e a estes anos de distância, não deixo de pensar na outra. Na amante. Na agora também esposa. Não consigo não ir espreitar os albúns no facebook, da qual não sou amiga (claro), de ver a pequena que nasceu desta confusão e, ainda assim, sorrir e pensar que tenho saudades do pão com manteiga e do chá depois do trabalho. E fico feliz que ela (eles), estejam bem e felizes.  E não deixo de sentir saudades daquela gargalhada tão típica e única.
Toda a gente tem um pouco de santa e de puta nesta vida. E se não têm, deveriam ter...
Em doses distribuídas.
Não implica que não sejam boas amigas.


24 de fevereiro de 2013

das férias

Estou de férias.
Estamos de férias...

E não há € para férias... Entendam-se por férias "ir para fora".
E sim, porque viajar cá dentro até fica mais caro.
Temos a coisa semi-alinhavada para irmos ao Alentejo e quem sabe dar um pulinho a Badajoz mas... gasolina, portagens e scuts, quase que mais valia irmos era a Barcelona ou a Madrid... pois é, pois é. É assim que a nossa economia cresce. Sai mais caro sair cá dentro que ir lá fora. E é pena pois temos lugares lindíssimos para visitar.
Ninguém tem uma viajem a mais para oferecer??
eheh, vale sempre a pena tentar.


11 de janeiro de 2013

11.01.10

E faz hoje 3 anos que me (nos) deixaste por cá.
Recordo-me do dia anterior muito claramente. Foi o dia em que só a família nuclear - filhos e esposa - te visitaram naquele quarto hospitalar de luxo.
Estivemos lá a tarde toda.
Comprei maltesars.
Dividi com o meu irmão.
Dei-te parte do jantar e um compal de pêra bebido por uma palhinha.
Já não falavas, nem te mexias, mas sinceramente pensava que fosse por causa do tratamento.
Saímos com uma paz diferente com um até amanhã realmente sentido.
Foi sentido, mas não aconteceu.

Sim, fazes falta. Mas a vida continua e fiquei com esse calo a moldar-me a personalidade. Não faz mal. Eu sou forte. Apenas devia chorar mais vezes e não o faço.  Não sou uma coitadinha e sei que continuarias a gostar de mim da mesma forma. Uma durona bem disposta.

Um beijinho pai

7 de dezembro de 2012

e de repente, caiu uma lágrima.


P: O que é que queres ser quando fores grande?
M: Quero desenhar casas! Não... quero desenhar as personagens da Disney e escrever contos!

E, com o tempo, 28 anos de gente, já:
- trabalhei a passar a ferro;
- servi casamentos;
- servi em restaurantes;
- fiz/vendi rissóis;
- lavei escadas (e ganhava bem, atenção)
- fiz limpezas em casas particulares;
- trabalhei em pelo menos 3 gabinetes (e já chegou para ver que não é vida para ninguém...);
- trabalhei em 4 lojas;
- fiz trabalhos académicos;
- fui vitrinista;
- fui/sou explicadora de história e geometria descritiva;
- sou gerente de um negócio e não aconselho ninguém a abrir empresas cá em Portugal;
- e, por fim, trabalho numa loja e é onde gosto de estar.

O que queres ser quando fores grande Maria?
- Quero desenhar personagens da Disney e escrever contos...

14 de novembro de 2012

Carisma

Carisma.
É uma coisa que faz  falta a tanta gente.
"Aquele que tem carisma, isto é, virtudes que o tornam diferente dos outros para melhor."
O antónimo da palavra "carismático" é "SORUMBÁTICO". (Desconhecia esta palavra!)

Uma pessoa com o tempo vai notando que existem de facto pessoas más. Que têm lá um gene qualquer que as faz tender a ser víboras.  Aquele gene que faz com que as mesmas, assim à primeira vista, até pareçam normais e tal, mas, mal se vira as costas, se puderem lixar alguém.... ui, nem pestanejam.
E é isto.
Aiii... Captain Jack, Captain Jack...


30 de julho de 2012

...baah

Qual é o tamanho da nossa desilusão quando vamos abrir um chocolate e afinal, o mesmo está fora da valide faz 3 meses.

*****

16 de julho de 2012

gente má

Um filho da puta deu um tiro na nossa gata. A nossa gata anda solta pela casa, pelo jardim e pelo campo. Meia volta até nos coloca um coelho à porta do quarto. Morto ou semi-morto. Ela é chique, fresca e linda com o seu rabo tipo espanador. E foi preciso um cabrão dar-lhe um tiro.
Quando cá chegou a casa o my lobe pensou que a pílula lhe tivesse provocado um aborto, coisa que não nos parecia muito viável dado que começou logo a tomar após ter tido os bebés. Limpou-a, deu-lhe miminhos e alimentou-a. Mas ela tem tanto pêlo que não vimos que foi um tiro...
E depois de 6 dias com melhoras, pioras, alimentação cuidada e até via seringa, ali está a miss Micas a sofrer e a chorar. 
Dói na alma.
Não me importava nada que a pessoa que o fez levasse também um tiro na perna. Juro. Era mais que merecido. Estou triste.

Micas a dar a papinha aos bebés. Foram todos oferecidos.

3 de julho de 2012

disto de ter um curso no nosso País: BULLSHIT

artigo daqui na integra. E, a confirmar-se caso seja verdade, é quando leio coisas deste tipo que fico com vergonha do nosso país. Não me venham com tretas do Euro. Vergonha. Todos nós, suponho, estudámos a pulso, noites e noites, para conseguir acabar um curso e este senhor e outros presumo, tiram um curso com experiência profissional e com 10 a uma cadeira. 
Epah, eu estive quase 7 anos a trabalhar em gabinetes desde o dobrar as folhas até ao projecto de desenho. Se calhar não era preciso ter estudado... Ia lá pedir umas equivalências.  Ah perdoem-me, neste caso era pagar umas equivalências. 
Pessoal penso que nas nossas aldeias exista o "endireita" e a "bruxa" de serviço, com um bocadinho de sorte, um consegue o curso de medicina e a dita de farmacêutica ou química, não?
Sabem que mais, o miúdo da publicidade da Galp/Euro, que queria ser "Médico ou Biólogo", é é parvo. O que está a dar é ser corrupto. Passo a citar:

"O ministro-adjunto e dos Assuntos Parlamentares Miguel Relvas fez em apenas um ano uma licenciatura que tem um plano de estudos de 36 cadeiras, distribuídas por três anos. Relvas requereu a admissão à Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias (Lisboa) em Setembro de 2006. E concluiu a licenciatura em Ciência Política e Relações Internacionais em Outubro de 2007.
Ao PÚBLICO, António Valle, adjunto do governante, explicou nesta terça-feira de manhã que tal se deve ao facto de a Lusófona ter analisado o “currículo profissional” do actual governante, bem como o facto de ele ter frequentado “os cursos de Direito e de História”, o que permitiu que o curso fosse feito em menos tempo. Valle não esclareceu quantos créditos foram atribuídos nem quantas cadeiras Miguel Relvas fez na Lusófona. 

A única cadeira que o actual ministro tinha concluído antes de 2006 era uma de Direito, feita em 1985. Apesar de ter estado inscrito em mais dois cursos – História e Relações Internacionais. Quando pediu para ser admitido na Lusófona já tinha sido eleito deputado em várias legislaturas e ocupado o cargo de Secretário de Estado da Administração Local do XV Governo Constitucional.
Segundo informação prestada anteriormente ao PÚBLICO por António Valle, Relvas inscreveu-se pela primeira vez no ensino superior em 1984, no curso de Direito da Universidade Livre (instituição que daria origem à Universidade Lusíada), uma instituição privada. 
Em 1985 concluiu, após frequência escrita e prova oral, a disciplina de Ciência Política e Direito Constitucional, com 10 valores. Em Setembro desse ano pediu transferência para o curso de História. Matriculou-se em sete disciplinas mas não fez nenhuma. 
Em 1995/96 pediu reingresso na Lusíada para o curso de Relações Internacionais. Não frequentou nenhuma cadeira. 
Só dez anos depois requereu admissão à Lusófona. O plano de estudos da licenciatura de Ciência Política e Relações Internacionais, publicado no site da universidade, contempla 36 disciplinas, distribuída por seis semestres, equivalentes a 180 créditos — o número de créditos que, por norma, é exigido para um grau de licenciatura desde que entrou em vigor o chamado Processo de Bolonha, que prevê a uniformização europeia da estrutura dos cursos superiores.
Uma lei publicada em Março de 2006, meses antes de o actual ministro ser admitido naquela instituição de ensino, prevê que as universidades e politécnicos possam reconhecer “através da atribuição de créditos, a experiência profissional” de pessoas que já tendo estado inscritos no ensino superior pretendam prosseguir estudos. Esse diploma (Decreto-Lei 74/2006) diz que cabe às instituições de ensino definir os procedimentos a adoptar nestes casos. 
A Lusófona não forneceu ao PÚBLICO o seu regulamento para reconhecimento de competências profissionais. E António Valle disse que não podia, para já, dar mais explicações sobre como foi feito o reconhecimento do currículo do ministro.
No dia 7 de Junho o jornal “Crime” publicou uma notícia com o título “Miguel Relvas não revela o seu percurso académico”. De então para cá escreveu outros artigos levantando dúvidas sobre o percurso académico do ministro. 
Na segunda-feira, no seguimento de informações que já tinham sido prestadas por Valle sobre o assunto, o PÚBLICO questionou o gabinete de Relvas sobre o processo de reconhecimento do percurso profissional do ministro pela Lusófona. Nesta terça-feira, o jornal “i” cita o próprio ministro que diz que o curso foi “encurtado por equivalências reconhecidas e homologadas pelo Conselho Científico” da Lusófona “em virtude da análise curricular a que precedeu previamente”. “Fiz os exames que me foram exigidos”, explicou."

27 de abril de 2012

PAP PAP...

Acabei de abrir um PAP.

Um plano automático de poupança. Não! Não vou ter aulas de Mandarim como a Ritinha, (mas era menina para rever o francês e estudar o espanhol em condições.)
Pois bem. Aqui, na minha opinião pessoal, já perdi a esperança no nosso país. A sério que perdi. Sei que falcatruas há em todos os países e alguns são piores que o nosso mas, "mas", não quero esperar para ver. 
Dói-me na alma na hora de pagar a segurança social. Dói-me na alma nunca ter recebido nada da mesma, nem ajuda, nem importância/preocupação, e nem emprego no que quer que fosse. Sim, porque enquanto estive desempregada eu teria aceite emprego se mo tivessem dado. E, o que me dói na alma ainda mais é, no acto do meu dia de ir pagar as seguranças sociais da empresa, ver no mesmo espaço os ciganitos e as pessoas que não fazem nada pela vida. E que agora estão ali nesse mesmo espaço a protestar que não recebem mais. Pior, é verificar que muitas dessas pessoas faltam às aulas (que lhes estão a ser pagas), não têm dinheiro para cuidar das imensas crias, mas têm dinheiro para tabaco. Desculpem lá este meu racismo recalcado, mas nem se trata de racismo pelos ciganos nem pelos desempregados, pois tenho imensos amigos desempregados e porque já conheci ciganos "gente boa", que não vivem da segurança social, sou racista contra os que "mamam". Os que vão ali armar-se em coitadinhos e depois não aceitam trabalho, não aceitam a integração, querem é mais dinheiro porque são uns coitadinhos. Sinceramente, espero que esta escumalha de chupistas seja varrida e que aprendam. 
Uma das novas leis, é que quem receba rendimentos mínimos, faça trabalho social na sua freguesia. Estão mesmo a ver as ciganas e os lambões a apanhar lixo do chão? ...duvido.

Por essas e por outras abri o Pap. Espero conseguir depositar todos os meses o mesmo que desconto para a segurança social, mas por enquanto deposito 50 euros mensais. Quero ir-me embora daqui o mais rápido possível. É juntar algum, fazer o Ielts e sair.

25 de março de 2012

Balneários Públicos

Não posso dizer que me foi indiferente porque não foi. Na sexta-feira passada fomos a um jantar de aniversário, coisa pequena, grupinho de 6 pessoas. O local escolhido foi o Cova Funda - "Espanhol" ali no Terreiro da Erva. Lugar de estacionamento está-quieto-òh-mau. Deixamos a viatura na loja do Cidadão de Coimbra. Para aquele pequeno "H" de espaço estacionável estavam 3 arrumadores. A minha cunhada deu uma moeda ao homem porque tinha medo que lhe riscassem o carro, não propriamente por caridade. Qual não é o meu espanto quando, mesmo por baixo de uma das entradas para aqueles prédios da Loja do Cidadão (cujos apartamentos são caríssimos e pequeníssimos), vejo 2 sofás abertos com cobertores e pessoas a dormir. Fiquei um pouco impressionada. Estavam ali à vontade 7 pessoas a dormir ao relento e vi bem a cara de uma delas. Era uma senhora que de "cigana" não tinha nada. Parecia até uma pessoa bastante clássica mas já com o louro das madeixas bem antigas a meio do cabelo, um blazer vermelho e umas calças pretas. Via-se que não era uma mendiga qualquer. Via-se que foi alguém que caiu nesta miséria que assola o país e que é um dos maiores medos que tenho. Cair numa situação destas.
Não imagino o que será ter estado nos dois lados. Nas pessoas que à sexta-feira podem ir jantar ao Cova-Funda e que agora estejam a morar  num terraço público. Ao frio, sem condições, com animais e pulgas. 
Lembrei-me que não seria má ideia todas as cidades começarem a construir os balneários públicos tal como em Lisboa. Daria um pouco mais de dignidade a estas pessoas.

19 de março de 2012

país de ChuPistas...

Quando chegamos a um ponto em que, para além do país não nos ajudar a arranjar trabalho ainda faz questão de prejudicar o trabalho que temos, qual é a sensação com que se fica? É a de desgosto e vergonha do país que temos. É impossível não ficar angustiada quando ouço que a gasolina vai voltar a subir. É das coisas que mais desequilibra o meu orçamento mensal. 
A gasolina vai estar a 1,70€, os antigos 340 escudos por litro. Como é que é possível? Tenho gasto por semana 30 euros em gasolina em 8km diários dentro de cidade e pouco mais, e sei que vou passar a gastar mais. 120 euros mensais. Para uma curta distância. Existem milhares e milhares de pessoas que gastam mais que eu por mês e ganham um ordenado mínimo. Já viram bem a batelada? Tudo seria melhor se realmente tivéssemos um sistema de transportes públicos acessível e eficaz, onde não fizessem greves POR TUDO, principalmente os chulos da CP e as suas greves que dão jeito às sextas-feiras.
Porque é que não cortam na porcaria dos impostos à gasolina?
Falamos de evolução e na história achamos piada quando relembramos o Robin dos Bosques que roubava aos ricos os impostos injustamente cobrados e estamos na mesma.
Só para andar na estrada pagamos:
- Os ivas absurdos da gasolina.
- O selo 
- Portagens
- Scut
- Revisão do carro
... para andar de carro. 

Estou farta desde país. Juro. Onde não há hipótese de ter confiança em autocarros e comboios para se chegar a tempo de trabalhar. Merda de país.


6 de março de 2012

genTe ParVa

A senhora Maria's mammy  teve um acidente esta semana. Pois então, ia a minha mãe entrar ao serviço às 8h da manhã e, como todos os dias, sai de casa as 7.30h para chegar a horas ao trabalho e ainda beber um café da máquina. Naquele dia, (domingo), existe sempre uma feira numa aldeia lá perto, então o trânsito é relativamente maior e, como tinha chovido, o chão estava escorregadio. Numa pequena curva a minha mãe dá uma achega no travão, derrapa, bate de frente num pinheiro e não chegando isto, bate com a traseira também. Felizmente (e nem sei como, numa pandeireta daquelas), saiu só com dores de costas e pescoço. Para além disto, o que é que não bate certo aqui? ... Vinham dois carros de frente no preciso momento do acidente. Ninguém parou para ajudar. Ninguém... Como é que é possível? Pararam os carros logo a seguir, que não presenciaram ao acidente, para ajudar. 
Vergonhoso minha gente. Vergonhoso não pararem os que viram para ajudar. (Para além de ser uma contraordenação...)
Só por causa disso, gostava mesmo que se soubesse quem foi só para lhes chapar isso na cara.

4 de março de 2012

Propostas IndecenteS

Uma pessoa esteve 6 anos a tirar a licenciatura e mestrado em Arquitectura (e a trabalhar ao mesmo tempo, felizmente), para nos pagarem 5€ por uma avaliação imobiliária à banca. Para ir ao local, estudar, fazer os desenhos se necessário, memória descritiva, fotografias... /por cada apartamento/moradia/casa etc.
5€.
5€ minhas pessoas.

Eu ganhava 6€ à hora no meu part-time de passar-a-ferro.
Ganhava 4€ por dúzia no part-time de fazer rissóis.
Ganhava 150€ por cada casamento que servia.
Ganhava uma média de 32€/dia quando trabalhava a full-time na Zara. (650/20 dias úteis).
E é preciso tirar um curso para surgirem opções destas. Espero que tal como eu, todos os arquitectos e  engenheiros se recusem a isto. É humilhante trabalhar por 5€ que decerto não vai pagar a gasolina, enquanto que outros não fazem nada o dia todo. Se querem assim as coisas que metam os arquitectos/engenheiros funcionários públicos a fazer isso a custo zero já que já têm um ordenado certo.
Enfim. Isto sim são propostas indecentes.


quem cá para...