O Parvo que pensa disse hoje que lhe apetecia matar o vizinho.
Fora a possibilidade de tal homicídio acontecer e ele vir a ser julgado por ter uma confissão no seu blogue passemos ao resto.
Eu também já tive vontade de dar umas chapadas a um vizinho. Nos meus tempos de estudante, morei numas águas furtadas, velhas que doíam mas que valiam a pena. A minha colega de casa tinha engravidado (vá-se lá saber como...) e então eu passava a maior parte do tempo com casa própria o que era fantástico. Com o passar das semanas fiquei amiga intima das miúdas do andar de baixo e bastou um mês para mudar as bagagens e deixar aquele meu mundo de caloira com casa individual. Hoje tenho pena de não tirado fotografias ao local... O meu novo quarto ficava exactamente abaixo do meu antigo sótão e, qual não é o meu espanto quando o novo inquilino do mesmo começa a levar a namorada e...
Pimba...pimba..pimba! Está de fazer o amor. - E agora pensam - o barulho era o fazer o amor?
Pois está claro que não. O amor eram uns 5 minutos. Mas depois disso o rapaz sacava da viola e cantava para a rapariga. Sim, cantava ... serenatas depois de fazer o belo do amor.
... às duas da manhã.