Hoje, durante o cafézinho da noite ali na tasquinha da esquina, calhou em conversa o tema. Ora pois bem, o caso era o seguinte:
"Diz que" a, chamemos Josefina, parecia um "le bon vivant" mas em versão mulher, com uma diferença, ela namorava, uma vez com um , outra com outro, e por aí além. A rapariga, esperta de formação e estudante na área das ciências, ora tinha um namorado e andava a dar umas cambalhotas com um amante, ora tinha um caso de uma noite e não fazia questão de esconder nada a ninguém, ora dizia claramente na cara de um dos apaixonados que "aquilo era uma relação momentânea, para ele não se agarrar muito que ela quando quisesse partia para outra", ora até constava que participava em orgias entre amigos, tudo com proteção assim se consta...
E a verdade é que a rapariga, que não é nenhum cepo nem nenhuma cabeça oca, é feliz da vida, bem dispostinha, gosta deles tenrinhos, (entenda-se novos) no pedestal dos seus jovens 30 anos e "bola prá frente que burra já não morro."
O que acham desta filosofia de vida?
A resposta da minha amiga ao lado foi clara:
"F****-se! As cabras safam-se sempre e têm sempre gajos a querer ficar com elas, mesmo sabendo das cenas delas! E aqui uma pessoa normal da vida não consegue arranjar um!"