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4 de abril de 2013

bitches

As pessoas que estão ao fundo da fila da pastelaria... McDonallds, restaurantes, ou do raio que quer que seja, e que vão assegurar mesa antes de estarem servidos, impedindo que muitas vezes, quem esteja na fila à frente, já de tabuleiro na mão, tenha lugar, deviam ter 2 coisas:
Vergonha na cara.
E o rabo sujo de café entornado na dita cadeira.
Se vocês fazem isso... God, bitches. 

31 de março de 2013

crença?

A Páscoa e o Carnaval devem ser os períodos festivos de que menos gosto.
ohh so booooring.

Gostos à parte, confesso...  não me revejo em nada nesta "festividade" (não digam que não o é, que eu cá sei o que se vendeu para prendas. Puras prendas monetárias e não mais).

Mas toda estas mesas fartas, prendas e beijar o menino parece-me tudo menos ajudar o próximo.
É mais ajudar a barriga do próximo. E a nossa. 
Tal e qual como no Natal. 
O que é que eu gosto de ambos?
As refeições e os doces. Yeap. Franqueza servida à mes... ao blogue, ao blogue.

4 de março de 2013

chá Morocco...

Ofereceram-me duas saquetas deste chá MARAVILHOSO e, agora que o quero, não encontro em lado nenhum!
Onde andas tu?
A sério. É divinal. 

26 de fevereiro de 2013

a sério?

A sério que ainda existe quem não faça reciclagem?

A sério que ainda existe quem coloque os pacotes do leite no depósito do papel?

A sério que as pessoas não espalmam garrafas de plásticos nem os pacotes ANTES  de os colocarem nos respectivos depósitos?

A preguiça é uma coisa muito genética ao tuga. Desculpem lá, mas é.

ps: Evitam de vir cá com dicas do tipo: "Isso vai tudo para o mesmo lado." ; "Se quiserem reciclar paguem para isso." ; "Porque é que vou reciclar se o país só nos lixa..." ; etc e etc... Fica na vossa consciência. O acto (ou não acto), fica na consciência de cada um. 

O "ah e tal" lá fora é que é, devia ser aplicado também cá. "Lá fora" paga-se se não se fizer reciclagem. Paga-se inclusive ao kg de lixo produzido. Paga-se se este não for depositado no contentor até às x horas para que depois os animais não ataquem. Paga-se por piriscas atiradas para o chão. Para já não falar de lixo.
Se queremos ser alguma coisa algum dia, que tal começarmos por não sermos o que criamos mais? Lixo.

ps: Ah e tal, o contentor da reciclagem é muito longe. 
Pois. O Mcdonald´s também não deve ser na vossa esquina e também lá vão encher o bucho não? 

26 de outubro de 2012

descrição

Existem pessoas que por falarem demais e espavonearem demais, caem um pouco no ridículo.
Tenho uma colega de curso que fala de uma forma tão teatral que conjugado com o seu "estar" a tornam um misto de irritante e ao mesmo tempo... regas. 
Ser "regas" é ser fala barato. É inventar um ponto ali, outro acolá. É exagerar em demasia nas coisas. É dar um ênfase para lá de xuxu. E no seu limite extremo é mesmo mentir.

Por vezes, em grupo, ela fala, fala, fala, fala, e eu já nem participo. Sinto que estou a alimentar o bicho. Não sei se os outros se apercebem, acredito que sim que apercebem mas "gostam dela". Eu não desgosto da rapariga, apenas não tenho paciência nem forro para isso.
E as pessoas parecem que já nem a levam a sério.
Não sei se é falta de auto-estima, não sei se é a forma que arranja para sobressair no grupo, não sei se é falta de carinho. 
Ás vezes sinto um pouco de receio deste meu scanner de emoções e características. Consigo-as ler muito facilmente nos outros. Tão facilmente que muitas vezes arranjo com o que me entreter para não ter que "saber tanto".
E assim limito-me a degustar melhor o café e a meditar no tema:

A descrição é uma coisa fantástica. E é tantas vezes tão desvalorizada...
A descrição pessoal. Pois umas boas gargalhadas e o estar à vontade é apenas estar-se bem e de consciência tranquila. 

10 de outubro de 2012

Eu.Maria, me confesso.

Depois de uma análise exaustiva, quiçá, dolorosa acerca do post anterior venho confessar que...

Eu não chamo piaçáva lá ao limpa sanitas.
Nem tão pouco piaçába (que parece mesmo o "mais correto" sim.
No máximo dos máximos chamo piaçá ou só escova. Atualmente. Pois no tempo da minha escola primária aquilo era uma vassourinha, assim como nos parques de campismo lá pelas eras dos meus felizes anos de 1990 e picos.

E pensando na coisa mais seriamente, constato que não lhe chamo mesmo nada. Não me estou a ver gritar aos 7 ventos "Agora vou usar o piaçá pessoal!", ou mesmo: "Sim, podem ir à casa-de-banho, mas usem o piaçá sim?"... nem sequer um "Amor, levaste o piaçá para algum lado?, Onde o deixaste??"

Não. Não lhe chamo mesmo nada agora verifico.

Bons dias, vou projetar. 

27 de setembro de 2012

Celulites e Gym do momento. Not.

Bem que queria frequentar um ginásio cá em Coimbra, mas os preços são um balúrdio. Não encontro nada a menos que 30-35euros mensais e para duas vezes por semana.

E isto não está para despesas "de estilo". Não, não. 
Não me importo sequer que não seja o Top-dos-Gym do momento, nem necessito de saunas e semelhantes. Apenas quero um sítio para abater celulite. Para dar forte na bicicleta e nas máquinas.
Num sítio sem chuva e quentinho. Era só isso. E de preferência na zona de S. Martinho do Bispo, Santa Clara... Por aí.
Apesar de já não ser estudante, vou cuscar as ofertas académicas, ali à beira do ISCA e da faculdade de Desporto.
Maria vai ao abate da banha. (Eu sou magra, mas que ela está cá, está! E veio para ficar a vaca.)



22 de setembro de 2012

Pita scrip é...parvoíce.

Quando vejo miúdos e miúdas a escreverem com "k", "x" e afins nas mensagens, no facebook e até "no papel", faço aquele olhar de:
"oh pirralhos que sabem tudo acerca de i-phones e morangos com açúcar mas que não sabem escrever", mas já não ligo...

Mas quando vejo pessoas da minha idade e/ou mais velhas a escrever assim, apetece-me pegar n´Os Maias do sr. Eça e atirar-lhes com o livro às trombas.
Um "q" em vez de "que"...ainda vá.
Um "x" em vez de "vezes" ... ainda se justifica.
Mas escrever erradamente o que ocupa exactamente o mesmo espaço é só estúpido. Trocar os "s" por "x" é ridículo. Dá-me urticaria. E, quando é pessoal que até está a tirar um curso superior, faz-me ter desejos secretos de que a pessoa escreva uma tese cheia deste "pita scrip" e leve uma descompostura na defesa que faça o Camões piscar o olho cego. 
Sim dá.
Porque uma coisa é ser burro por ignorância. Outra é ser de propósito. 



11 de setembro de 2012

do glee

Glee é uma série má que dói.

Mesmo péssima. Tão má que parece ter sido inspirada nos Morangos com açúcar.

dos Ordenados

Muita gente aponta o dedo ao "empregador", ao "chefe", como se fosse o chefe a ter culpa da crise e como se o chefe gastasse os dinheiros da empresa.
Por norma, não o fazem. Não é justificável a nível financeiro na contabilidade. Apesar de a ideia e o investimento ter sido do próprio.
Eu sou "chefe" de um negócio e sou empregada noutro. E é no de empregada que recebo mais e onde mato menos a cabeça.

Pois bem, na firma da qual sou gerente, não há dia em que não vá para a cama deitar a cabeça para dormir em que não pense:
- tenho as licenças dos computadores para pagar.
- as contas da luz e de água, de tarifa comercial - mais cara - para pagar.
- a renda... e a retenção da renda.
- a contabilidade
- tenho que organizar os livros de obras.
-  não me posso enganar nas contas dos ivas e tenho que reunir despesas.
- tenho que pagar o livro de actas. Tenho que fazer a m**** das actas.
- não me posso enganar na certidão comercial senão são "só" mais 478 euros para uma alteração.
- o contrato com as telecomunicações está a acabar, tenho que renegociar isso.
- se vem uma fiscalização da "medicina do trabalho" estou f*****. Mais uma niquice sem jeito nenhum para se pagar só para confirmar se "estou ok ou não." ..."e olhe que a multa são 600 euros". Estes comerciais são muito queridos em vir cá para me assustar.
- se vem a Asae estou f*****. Porque não tenho extintores. Nem projecto de fuga. Nada. Tenho uma sala, uma wc, uma secretária, livros, dois pcs, uma impressora e a porta para a rua. Vou querer gastar mais dinheiro num projecto de incêndios? ... 

E, a dolorosa. 
Ter um funcionário. Sempre fui mal paga em gabinetes. Sempre. Mas eu nunca gostei que se trabalhasse de borla. Sei que um ordenado mínimo não dá para viver. Então, a  única funcionária que contratei de 1º emprego ganha 650 euros, com contrato, com seguro de saúde e tem subsídio de férias. Não recorri a estagiários. O subsídio de férias, para não custar tanto numa época em que me vejo grega para ter o que fazer a nível de projectos, é dividido pelos meses todos. Ao menos recebe-o. Ao menos o ordenado mensal sobe.
O que o pessoal crítico não sabe, é que para que ela receba 650-680 euros, eu pago 880 euros no total. Ou seja, o pessoal não mete na cabeça que o ordenado que se paga a um funcionário não é o que ele recebe. É quase 25% mais. 
Não me venham dizer que isto da segurança social só é prejudicial para o funcionário. É pois claro. Mas e para o empregador? Que vou descontar mais. Que ela não vai saber (ou não tem noção), que também vou desembolsar mais dinheiro "que ela não vê". Como se vai esperar que as pessoas tenham o mesmo rendimento a receber menos como trabalhador e a ser um empregado que dá mais despesas? Tudo isto me estão a fazer ver os recibos verdes como uma melhor opção até. Tanto para mim que já declarei gerência sem vencimento, porque efectivamente não consigo sacar dois ordenados "legais", como para ela.

É triste.
E depois vejo-me do outro lado, como funcionária. Vou lá, pico o ponto, até me divirto e chego ao fim do mês com o ordenado na conta ao dia certo. Bem pago face ao que se vê em redor. Sem custos extra, sem preocupações com as finanças. Sem preocupações com nada a não ser fazer o meu trabalho.

Um conselho meu?
Não abram empresas em Portugal. Não vale a pena. Ficam judicialmente e fiscalmente obrigados a pagar uma data de porcarias sem jeito algum. Façam o vosso trabalho em casa e passem um recibo. Descontam a vossa parte e não têm problemas.

"ah e tal Maria, estás a atrasar o país, assim não há negócios!"
...Eu? 
Eu é que estou a atrasar o país? Em que apostei e abri uma empresa? E só recebi patadas e despesas fiscais para pagar?

Não. O país é que me atrasa a mim que tento gerar dinheiro e que me cobram aos 50 euros de multas por não conseguir pagar a segurança social e as retenções ao dia certo porque não há dinheiro na conta de empresa. 

Eu não me importava de descontar 40% de um bom ordenado na Dinamarca.
- Em que as pessoas têm vergonha de estar desempregadas.
- Em que as pessoas têm vergonha de receber e viver do fundo de desemprego.
- Em que as pessoas têm que aceitar o primeiro emprego a aparecer no centro de emprego senão perdem o fundo de desemprego. E não se importam de trabalhar!
- Em que a escola é gratuita e os livros reutilizados de ano para ano. 
- Em que se trabalha cedo, a horas e de calças de ganga e polo porque o que conta é o trabalho.
- Em que se entra às 8h da manhã, come-se uma sandes em 15m e sai-se às 4h da tarde com tempo para ir ao cinema, jantar, fazer desporto. (isto é que faz correr a economia!)
- Em que existe uma coisa chamada "pontualidade" mesmo que se ande de bicicleta ou de metro.

Nós (na generalidade), somos uns pobres snobes com a mania que somos vips ou ecléticos. Todos os dias cada um no seu carro. Cada um com o seu maço de tabaco. Ainda conseguimos chegar atrasados a reuniões mas ao menos num fato Massimo Dutti. Precisamos de duas horas de almoço e temos o último i-coiso e vamos aos festivais todos de Verão, mas ao dentista não "porque é muito caro". Somos um país de snobes que ganham 450 euros mensais mas têm o status de quem ganha 1500 euros.

Estou desiludida com o país. E com a generalidade dos trabalhadores e patrões. E com a caixa de correio que todos os dias me avisa - a Maria patroa - que tenho uma merdice qualquer para pagar e da qual não encontro o menor sentido e necessidade.

E do outro lado tenho as multinacionais que me chamam e dizem: Anda Maria. Nós trabalhamos no duro mas recebemos. Sai de Portugal. Pega no teu homem e vem pra Primark na Irlanda, ou no Reino Unido...qualquer lado. Menos aí. 

É triste.  Mas é a verdade. Estamos a poupar para isso.
Lamento a linguagem, mas esta é a verdade pura e crua. Mas infelizmente o nosso país sustenta é ciganos, drogados e pessoas que metem falsas baixas. E os que detesto mais: os coitadinhos que não querem trabalhar.


4 de setembro de 2012

...e desocupar, não?

Expliquem-me lá.
Porque alma danada vão as pessoas estudar para o shooping. 
Sério. Casa? Biblioteca? Café mais descontraído... Agora shopping?!

Estava eu e "mêhóme" na restauração do Fórum com o belo do strogonoff no prato e a limonada a descongelar, à procura de mesa. Por acaso na hora de jantar haviam mesas de sobra, mas, num espaço de vinte minutos, as famílias começaram a procurar cadeiras e mesas para juntar.
E uma moça ali estava. A ocupar uma mesa de 4 pessoas. Sozinha. Com uma garrafa de litro e meio de água, uma calculadora e duas capas, no meio da confusão, do barulho e de uma luz rafeira de shopping.

Dava vontade de deixar cair acidentalmente uma sopa do mac, daquelas de feijão preto, por cima das capas.
Dava vontade de chegar lá e perguntar se estava a conseguir acabar o cálculo do sistema.
Dava vontade de chegar lá e dizer: "Já acabou? É que queria comer a alheira e o ovo está a arrefecer".

Não me lixem.
Ir estudar ali é estúpido. Pelo menos às horas de refeições.
Para não falar que é parvoíce ocupar o lugar de quem quer só jantar.

20 de agosto de 2012

foi tanta coisa que nem sei.

Esta semana foi... exaustiva.
"Semana?!" - perguntam vocês. "Ainda hoje é segunda!"

Sim, semana. Desde segunda passada até hoje. Foram basicamente dias com apenas 4 a 5 horas de sono. Foi trabalho, formação e trabalho extra nas festas da aldeia. Compor as coisas, fazer flores, pendurar flores, servir bifanas, tirar finos, organizar grupos e, por fim, organizar as actividades religiosas. Desde o altar, a capela, os andores, as toalhas, batinas etc. Não sou religiosa. Não acredito em santos, muito menos em estátuas. Mas, como é tradição e as pessoas prezam as coisas, sei que cumpri todas as coisas com a dedicação de uma tarefa que me é dada e sem um pio acerca das minhas (não) convicções. Apenas não me disponibilizei a levar andores. (Já levei uns tantos) Mas andei a , distribuir águas por toda a procissão e acreditem que foi grandinha, tarefa no meu ver bem mais penosa que levar os andores e as lanternas.

"Então porque decidiste fazer a festa?"-perguntam vocês.
Só para não deixar morrer a tradição, morrer "a festa" em si que tantos Verões me alegrou.

E as constatações são as seguintes:
- Como em todos os grupos, existem pessoas que não fazem um corno, existem pessoas que fazem o que devem fazer e existem os que se auto-intitulam chefes. Aos últimos, aos falsos-chefes, aceno a cabeça e digo "sim-sim, se acabar as minhas tarefas talvez lá apareça".
- Apesar de não ser crente, não deixa de ser impressionante a forma de como as pessoas idosas, maioritariamente, tremem e choram quando a procissão passa. De certa forma projectam nas imagens sonhos, esperanças, pessoas já falecidas e ficam ali numa redoma de saudades e respeito.

E, amanhã faço 28 aninhos.
E como vou trabalhar amanhã o dia todo, o jantar com o meu hóme vai ser mesmo hoje. Vou em modo zombie. Mas vamos. 

Chinês ou Mexicano? ...

Não me venham cá com coisas que o sushi é fashion e que sonham com isso. Not.
28 anos Maria...           *******...
*
o blog. e é amanhã... eheh.



31 de julho de 2012

torranÇo solaR

Gosto de ir à praia, mas por tudo o que ela acarreta: ir passear, viajar, fazer almoços e lanches, jogar raquetes e voleibol, esplanar, esplanar, esplanar, ler livros na cadeira por baixo do chapéu, sair à noite aos bailaricos, etc.

Agora, estar a torrar ao sol? Que horror. 
Não compreendo quem passa 15 dias inteiros a torrar ao sol. Muitas vezes das 9h às 19h só com pausas para comidas. Acho uma seca, para não falar no perigo que é.
Chega-me a meter impressão. Muitas vezes estou a beber uma bela caipirinha às 3h da tarde depois de almoço e lá está o pessoal. Parecem fatias de pão de forma barradas a manteiga. "E vira e torra, e vira para o outro lado e torra". Mesmo que com protector solar-que muitas não usam o mais alto-será que não topam o perigo que isto é? Para não falar das pessoas que usam óleos para queimar mais, sem nenhum grau de protecção. Não têm medo do cancro da pele?

E depois vamos falar da estética... marcas de bikini acentuadas. Ao estilo langerie branca ou rosa, muitas vezes com bolinhas (para quem tiver sinais) por cima de um corpo bronzeado. É feio. É feio porque o pessoal fica mesmo preto, preto cerrado. Depois vestem um vestidinho na noite e parece que trazem um soutien à vista.

E por fim, passado mês e pouco esse bronze "natural" vai sair. Compensa o perigo? Não... Eu sou das que poderiam ficar 15 dias a torrar ao sol que ia ficar igual ao que fico só fazendo as manhãs de praia, só andando de bicicleta e jogando vólei. Agarro um leve tom dourado e mais nada. 
E para os casamentos está de aplicar um bom auto-bronzeador hidratante. Fazem um efeito fantástico e ao menos são mais saudáveis.

Mas o que realmente me faz confusão da grande, é ver pais que deixam bebés nesse mesmo torranço solar do 12h às 15h. Como usualmente digo: "Era enfiar-lhes um pinheiro cheio de galhos e pinhas abertas..." 

Vocês entendem o resto. Mas isto claro, é só a minha opinião. 

26 de julho de 2012

das festas surpresa

Tenho reparado que muita gente chega aqui ao Elementar através da pesquisa: Surpresa, ou Festa Surpresa.

Imagino que andem para preparar alguma, pois, já vos vou avisando, é do mais foleirinho que há. Falo evidentemente das festas surpresa organizadas pelo respectivo par.
Eu detesto coisas surpresa. Detesto. Detesto não estar preparada para, detesto ser apanhada de surpresa no que quer que seja.
Ou seja, moços e moças:

1º - Se a vossa namorada/o não organiza nada com os amigos, é porque não quer.
2º - Se o vosso/a respectivo não combina nenhum jantar com os amigos todos, é porque não quer.
3º - Levar o vossa/a respectivo a jantar fora, e depois estarem os amigos do trabalho toooodos, e da faculdade e de todo o lado, no mesmo restaurante para o "jantar surpresa" se calhar vai fazer com que percam uma noite tórrida com langerie a estrear dado que eventualmente vão parar a uma discoteca da moda a enfrascar cerveja...
4º - Se era para ser um jantar a dois, só, e aparece esse meio mundo, ela vai ficar lixada porque levou um traje normal e a amiga reles (que se calhar a própria não convidaria), vai para o jantar com aquele vestido de lantejolas e decote até ao umbigo e vai ser ela a "noiva" do jantar e da discoteca. Assim como a bola de espelhos na dita.
5º - Mais uma vez, o contrário também sucede. Não organizem uma sessão de cinema com gomas e velinhas orientais e sais de frutos que ocupe a noite toda pois, mesmo que não tenha organizado um jantar, ele ou ela podem eventualmente ter vontade de sair e ir pagar umas rodadas à malta ao virem-se picados para isso via mensagens e telefonemas.

último conselho, assim em base geral:

A FESTA É DE QUEM FIZER ANOS. Deixem que essa pessoa comande o dia e não vocês sim? Deixam de ser fofinhos para ser empatas.
Caríssimos das pesquisas de "Surpresa", é assim.
ps1: Obviamente que aquele tipo que não vai passar o dia de anos com você (a namorada) por uma razão muito pouco esclarecedora, é porque vai estar bem acompanhado por alguém. Lamento.
ps2: Surpresas só para anéis de noivado. 
ps3: Surpresas só para os avós e, mesmo assim, muito devagarinho para não causar ataques cardíacos.

Tenho dito.
Quantos de vós já não tiveram surpresas desagradáveis?





20 de julho de 2012

qual é a relação entre o professor José H. Saraiva e Hitler?

"Hitler era devotado à sua complacente mãe e, presumivelmente, não gostava do pai, que apreciava a disciplina e o educava severamente, além de não compartilharem muitas ideias políticas. Em "Mein Kampf", Hitler é respeitoso para com a figura de seu pai, mas não deixa de referir discussões irreconciliáveis que teve com ele acerca da sua firme decisão em se tornar artista. De fato, interessou-se por pintura e arquitetura. O pai opunha-se firmemente a tais planos, preferindo que o filho fizesse carreira na função pública."
Em Maio de 1913, recebeu uma pequena herança do seu pai e mudou-se para Munique. Como escreveria mais tarde em Mein Kampf, sempre desejara viver numa cidade alemã, talvez de acordo com o seu desejo de se afastar do império multiétnico Austro-Húngaro e viver num país "racialmente" mais homogéneo. Em Munique interessou-se especialmente por arquitetura e pelos escritos de Houston Stewart Chamberlain.
Retirado daqui: Wikipédia.
"Não se pode e não se deve compactuar com o esquecimento, José Hermano Saraiva, tinha as mãos manchadas pelo sangue de estudantes, muitos foram enviados para calabouços e outros mesmo enviados para a guerra colonial. 

Não se pode enaltecer o que um homem tem de bom quando o que é mau em si não foi um erro mas sim uma convicção, ou caímos no erro de admirar e enaltecer as virtudes de todos os personagens diabólicos, não podemos elogiar Hitler por ser um pintor e arquitecto competente e por isso mesmo não se pode homenagear Hermano Saraiva por ser um dos maiores historiadores, ou contador de histórias, de Portugal." (Vale a pena ler a totalidade do artigo de Alexandre Hoffmann aqui.)
Se gostava de o ver e da forma como descrevia a história?
Sim gostava. Mas, dado o seu passado, duvido que seja merecedor de tanta pena. 

16 de julho de 2012

da Ciência com fé.

O senhor meu namorado arranjou o filme da BBC "Charles Darwin and the tree of life", que podem verificar aqui e eventualmente verem. Tem a duração de uma hora.
É incrivelmente apaixonante.
E apaixonante é a forma de como os cientistas há 200 anos atrás estudavam, investigavam, sofriam pressões e humilhações (já pelos jornais e pelas correntes religiosas), e como depois as coisas acabam por se verificar. O próprio Darwin tinha alguma relutância em como explicar à esposa as coisas, pois ela, Emma, era bastante religiosa.
Aconselho mesmo a verem.

Sei que actualmente a própria religião católica já assume (maioritariamente) a ciência como parte integrante da criação do mundo/seres/universo,  mas não sei como é que ultrapassaram a verdade assumida que deita por terra logo, em ponto assente, toda a teoria do Paraíso e nascimento de Adão e Eva. Não sei isto no sentido de: quais foram as respostas, quais foram as explicações aos crentes.
Contudo, tanto em muitas religiões como em "muitas" ciências, existem os ferrenhos dos dois lados, os que acreditam mesmo a 100% no que está literalmente escrito na Bíblia e os que são mal-educados apenas por as pessoas terem fé. Quando tudo se trata de interpretações. De capítulos escritos por diversos homens e, como homens, exageram, mentem, puxam a brasa à sardinha. Sejamos sinceros que tudo peca por falta de informação e sim, existe quem pensa que a Biblía foi escrita por Deus e até pelo próprio Jesus Cristo. Às vezes bastava-me que as próprias pessoas tivessem lido a Bíblia com olhos de ler sem ser em cânticos e missas, pois sim veriam ensinamentos bons, bons para qualquer mortal, mas também veriam escritas bastantes racistas e machistas.  Como antes diria, bastava ler e ter um marcador amarelo fluorescente e um rosa para ir riscando e para separar águas. 

Se outrora eu era católica, isso esvaneceu-se quando comecei a estudar e a profundar os temas e a achar tudo muito ritualizado, muito coberto de ouro e muito violado pelos homens, homens de sexo masculino que dominavam o mundo com os colarinhos pretos, com as túnicas vermelhas e com o chapéu branco e dourado. 

Se outrora eu era uma adepta fervorosa de que a verdade deveria ser espalhada, hoje já não. Apesar de não acreditar em Santos, milagres, Fátima, já retirei a religião da prateleira da "Ficção-Científica" e coloquei-a ali na prateleira a dividir a "História" da "Auto-ajuda".

Ou seja, se os ensinamentos, a fé, servir para que alguém arranje forças para andar por cá, para se curar, para ser uma melhor pessoa... que assim seja. Existem coisas piores.
Sem conflitos de maior. 

13 de julho de 2012

vida

Não consigo não escrever acerca do que a Doroteia escreveu aqui e do que a Cláudia escreveu no seu blogue: aqui

Eu não vi a reportagem acerca da Leonor, a bebé com a doença rara. Não vi porque passou durante o jantar e de misérias anda o mundo cheio. Aliás, ultimamente ver o BBC Vida Selvagem que passa à hora do jornal da noite, tem sido o habitual.

Contudo, andei a ler acerca do tema. E, do que li, sim tenho pena da criança, tenho mesmo e desejaria claro "uma cura". Mas pergunto-me:
- O que é que leva a alguém sem condições financeiras, a ter 3 filhos?
- Porque é que tendo tido uma criança com uma doença tão rara, se arrisca a ter outra que possa ter a mesma coisa?
- O que é que uma ida a Israel vai beneficiar à criança? Descobrir o gene penso, penso, não tenho a certeza, que só servirá para descodificar uma doença e depois? A menina ficaria curada? Atenuada?
- Pergunto-me, isto seria detectável na gravidez?

Pergunto isto porque existem vários casos na minha família paterna de pessoas com trissomias assim como mulheres estéreis. Então eu sei que se pretender engravidar um dia, vou fazer todos os exames necessários para saber qual a probabilidade de um defeito genético, para então decidir se vou ou não arriscar em ter um filho ou não arriscar.
Admiro muito as pessoas que assumem uma gravidez assim. Admiro mesmo. E vejo muitas pessoas com familiares e filhos nessas condições. Eu não continuaria essa gravidez. Mas também vejo a falta de apoios e o tempo que têm que soltar para cuidarem dos filhos, muitas vezes deixando de trabalhar.
Eu, que gosto de trabalhar, passear, viajar, não sou cínica ao ponto de dizer que iria abdicar disso. Não. A minha mentalidade é mesmo a de deixar os filhos soltos. Tal como eu fui. Estudarem, irem acampar, praticarem desportos, passearem, irem estudar numa universidade para fora e não na cidade ninho... Irem! Sempre com o ninho de mãe, mas não dependentes dele.
Eu fui assim.
Eu sou assim...
Tenho plena consciência que iria ser uma boa mãe. Tenho consciência que uma  doença pode provocar os mesmo sintomas num bebé que nasça saudável, e claro que seria meu filho à mesma. Mas podendo precaver. Era o que faria.




20 de junho de 2012

Party and Company

Ultimamente não temos saído muito à noite para bares e afins. O programa preferido tem sido mesmo: Jantarada na casa de um dos casais rotativamente, seguida de café lá perto e seguido do ...fantástico jogo Party and Company.
Ontem foi até às 3h da manhã. (ZZZ)
Mas, eu que adoro jogar este tipo de jogos, fiquei um bocado desiludida...
- Tem erros ortográficos.
- Está abrasileirado.
- Algumas perguntas não têm resposta, e, o pior de todos:
- Algumas respostas então erradas.

Por exemplo, de ontem lembro-me das seguintes questões:
"Os vikingos, (sim, vikingos), usavam cornos como adereços na cabeça?" 
Nós: Sim (pensando que se estavam a referir aos Vikings ou semelhantes). Resposta: Não.
Pesquisa no google: Apareciam Vikingos e tinham cornos.
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"Qual é o sentido que os abutres têm mais atrofiado?"
Nós: "hmmm...audição. Os outros parecem mais importantes." Resposta: O olfacto.  Duvidámos e fomos ao google: "Abutres têm um olfacto sensível e localizador."
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Mímica: Fazer puenting. (???)

Enfim. A versão deste Party and Company é a mais recente no mercado e vem como Português e, de facto, as personagens que aparecem mais são mesmo portuguesas, logo não foi feito para o Brasil.
A minha pergunta é: Como é que um jogo tão importante, quase ao nível do Trivial, tem erros tão maus? Erros ortográficos, brasileirismos, erros nas repostas... São 2000 perguntas. Ninguém passou uma revisão naquilo?
...que tristeza.


8 de junho de 2012

auto-defesa

Gosto muito de uma série da Fox chamada Lei e Ordem: Unidade Especial. Fala especialmente de situações em que as pessoas e/ou famílias têm que mudar de lar e identidades, entre outros casos, e onde a maior parte delas sofreu uma violação física.
Fico sempre com um nó na garganta quando existem estes episódios. Violações de mulheres e de crianças é coisa para me deixar cheia de medo. Não sei o que faria, ou o que conseguiria fazer, se alguém me tentasse violar. 

Faz uns belos 4-5 anos, era eu estudante de arquitectura e trabalhava numa loja do shooping. Numa tarde decidi ir a pé para o Shooping para apanhar um solzinho e andar um pouco pois tinha tempo, eram 15horas. Na zona dos prédios habitacionais, todos eles tinham lojas no rés-do-chão e é quando um conhecido meu me chama do gabinete/imobiliária: "Maria! Tudo bem? Anda ver uns projectos novos que temos e tal". Eu entrei. Conhecia-o e aquilo era uma loja, porta de vidro e tal ...o que é que poderia acontecer? E é quando o gajo vai à porta, tranca-a e empurra-me contra a parede com um belo "eu sei o que é que tu queres".
Fiquei para morrer.
Empurrei-o, fiz a cara mais furiosa que consegui e disse que o meu namorado (que tinha), o ia partir todo. 
Agarrei a carteira do chão, abri eu a porta e saí. 
Não aconteceu nada mais violento que isso, mas eu senti-me muito mal, com nojo, e com raiva de mim própria por ter sido tão "burra". Enfim, acaba por não ser nada comparado com as pessoas que são realmente violadas por um ou mais homens, mas foi mau à mesma.

Eu, e todas as mulheres, deveriam aprender alguma técnica de auto-defesa. Ou no mínimo ter um spray pimenta na carteira. 

Deve ser das sensações mais horríveis pela qual uma mulher possa passar e é um dos meus maiores medos. 

desilusão de Belgas

O mylobe decidiu, ontem na bela da promoção do Pingo Doce, trazer 3 pacotes de bolachas BelGas de chocolate cá para casa.
Qual não é o meu espanto quando vou abrir o pacotinho? 
TRÊS BOLACHAS.
TRÊS BOLACHAS minha gente.
E MINÚSCULAS!

Puta que os pariu (à Triunfo). Então e as belas bolachas belgas, amarelinhas, que eram 5, cinco, CINCO,  e BEM grandes?
Que roubalheira. Além de aumentarem o preço, reduziram na quantidade e no tamanho! Isto deve estar inflacionado em 300%.

Nunca mais me enganam. E faço questão de passar a dizer isto a todos os meus conhecidos e desconhecidos. Marca branca do continente ou do Pingo doce e está a andar de mota.

quem cá para...